Into

July 21, 2008 - Comments Off

El Cumbiapiro

Dica demente do Kassin(todo mundo no Studio SP nesta quinta!)

Into

July 14, 2008 - Comments Off

Women - Women(Diretamente do Canada, pop lo-fi de primeira. Algo como o irmão canadense do Deerhunter/Atlas Sound.)

Macaco Bong(Fudido ver as pessoas saindo do óbvio e dando destaque para outras bandas. Não tenho a menor dúvida que o Macaco Bong é um dos melhores nomes da atualidade e que eles merecem tudo que andam falando sobre eles.)

FUCKING INTO!

July 11, 2008 - Comments Off

Flying Lotus - L.A. EP 1 X 3(Bixo… sério… isso vai ficar perigoso. Flying Lotus é o futuro. Estes EPs são tudo que a WARP tinha esquecido a ANOS. Sem a menor dúvida uma das bandas do ano).

Into

July 8, 2008 - Comments Off

Roots Manuva - Slime & Reason(Ainda o único nome do hip hop inglês que ainda reverbera no resto do universo. Não tão bom quanto seu último disco, mas ainda sim responsa.)

Port Rhombus

July 8, 2008 - Comments Off

Fernanda Porto… caramba aonde você foi parar? A verdade é que como em qualquer relacionamento, a gente idealiza muitas coisas. Por um instante, cerca de um ano, esta artista era a tradução da modernidade para as massas; e isto, não era mentira. Os 100.000 discos(bons tempos…) vendidos, provaram por A + B que o público queria exatamente o que estava sendo oferecido.

Mas sim, quem sabe minha relação com ela era idealizada. Porque no fundo no fundo, era óbvio que este verniz fino que cobria a Fernanda, a tal “modernidade” era na verdade um camada fina de poeira. O começo dos anos 2000 fizeram o tal “brazilian drum & bass” que tinha nascido na Toco(aonde o LFO era hit!) fazer uma ponte com Londres, aonde Marky(até hoje o único Brasileiro a chegar no top 20 da parada de inglesa) e Patife tiraram leite de pedra, passaram fome e sofreram para abrir este caminho. Fernanda representava o “post-brazilian drum & bass” ou algo do tipo… graças a um remix do Patife(na verdade feito pelo seu braço direito XRS, AKA Xerxes, seguindo a tradição fundamental do dub em que o DJ tem o seu sidekick que garante o jogo), incluído no mítico Brazilian EP lançado em 2001.

Por um tempo, Fernanda representou a cara do drum & bass, uma garota que as vezes empunhava um violão, cantava macio… ou seja, era a calçada de Copacabana nas ruas de Brixton. Mais uma vez… perfeito. E as pessoas começaram a notar é claro, logo era o papo dos modernos e tudo estava no lugar para sua carreira ir de vento e popa. A não ser por um único detalhe… Fernanda Porto não era drum e nem bass, mas sim uma cantora de MPB clássica e careta.

Da mesma maneira que tudo parecia certo, sua descida foi brutal. Erros seguidos de erros… um segundo disco que não teve a menor direção(começando pela equivocada capa) e repertório que mostrava a…. verdadeira Fernanda. Nem o primeiro single, um dueto com Chico Buarque(a única música drum & bass do disco) foi suficiente para segurar a onda. De 100.000 discos, ela passou para 20% deste montante… todo mundo que estava do seu lado, mudou de assunto na mesma velocidade(e com razão). Obviamente um livro sobre o drum & bass brasileiro(e o seu colapso) poderia ser escrito com extrema facilidade(para uma idéia melhor sobre o assunto, o livro da Cláudia Assef continua sendo a referência), de como todos os personagens envolvidos acabaram em situações similares… dando um desconto para Marky e Patife que entraram neste mundo, que querendo ou não tem sobrevida assim como em outros estilos(alguém pensou em góticos?). Para mim o último prego nesta cultura foi quando o Malboro tirou a quarta feira do Marky na Lov.e, este foi o fim declarado desta época(e eu jurava na época que quando o grime e o dubstep chegassem no Brasil, a coisa iria ficar brutal… pena, parecia que tudo estava no lugar)

O que me levou a escrever sobre a Fernanda Porto(eu sei que soa bizarro ler sobre ela aqui), foi ter assistido a mesma em um destes programas da tarde, aquele tipo de programa de mãe e vovó, divulgando seu novo disco ao vivo. Tudo errado: suas roupas, sua música… mas era a boa e velha Fernanda Porto. Pelo menos ela não está envolvida com a new rave paulistana, então ponto para ela.

Terror Twilight

July 2, 2008 - Comments Off

www.myspace.com/babeterror

Sem comentários…

You No Go Die Unless

June 27, 2008 - Comments Off

Não consigo recordar examente da data, mas algo como outono de 2003. Stephen(Pastel) lembra que o Future Pilot A.K.A. vai tocar, mas em suas palavras “tudo bem se a gente não for, porque com o Future Pilot, as vezes é o melhor show do mundo e as vezes é o pior”, a localização é improvável(é a “semana do carnaval em Glasgow”) e ainda chove… ambiente perfeito para tudo dar errado.

Mas é exatamente o contrário que acontece. O lugar não está cheio, mas também não está vazio e Sushil, líder do Future Pilot A.K.A. e figura lendária(de uma cidade em que absolutamente todo mundo é lendário) está relaxado ao ponto de convidar crianças para dançar no palco e cantar um rap sobre a nova ordem mundial. Show absolutamente perfeito.

A razão de lembrar tudo isso é porque raramente você se depara com este tipo de atitude na música atual. Ao sair de casa, parece que cada banda, cada integrante da mesma está com uma agenda tão calculada que todos os passos estão mapeados… por isso que aquela linha invisível que divide o palco e o público parece ficar cada vez maior, cada vez mais intensa. Sinto falta deste espírito de que você pode entrar em um show e a banda fazer ou o melhor ou o pior show de todos os tempos, porque parece que a música hoje em dia se arrasta neste meio termo, aonde você não tem a sua vida balançada por um show/disco/banda.

E não espere o tradicional discurso de que antes era melhor… não é bem isso. Hoje em dia que as bandas tem informação e tecnologia para simplesmente destruirem em shows/discos, isso não acontece por um simples motivo: falta CULHÕES. Porque ninguém se interessa em arriscar. Então me explica por que uma banda sai de casa na sexta feira para fazer um show se não for para se matar no palco? Estamos falando de bandas independentes iniciantes, possivelmente metade dos integrantes tem emprego, casa, contas pagas e não depende do dinheiro da banda para fazer nada, aquilo paga as cervejas… então porque subir no palco e se comportar como a maioria das bandas? Porque entrar no estúdio para gravar um disco qualquer? Quando eu paro e penso nisso eu tenho vontade de parar tudo e ir para um sítio e plantar café orgânico, porque a coisa está preta.

O grande problema é que é tanta mediocridade e ela não vem só das bandas, mas de todo um sistema(estúdios, casas de shows, promotores de shows, festivais, jornalistas, revistas, zines, blogs, selos…) que gira em torno. Parar para pensar nisso é quase uma loucura, daria para escrever uma tese…

No meio da loucura, pronto para pegar um carro e subir a serra, você para e lembra do Do Amor… e tudo fica certo.

This Is Going To Make You Freak!

June 26, 2008 - Comments Off

Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.

June 26, 2008 - Comments Off

http://www.k-i-d-a.com

Escape da intro pentelha clicando no “GO” no lado direito. Uma espécie de “explicação interativa” ou algo do tipo sobre Everything Is In The Right Place do Radiohead. Quem fez isso é um pequeno psicopata. Ainda no assunto, o Mini conta mais detalhes sobre o show do Radiohead em Londres.

Into

June 24, 2008 - Comments Off

Wye Oak - If Children

Um dos melhores shows do South By Southwest: apenas bateria/teclado e guitarra/vocal.O disco é uma pequena obra prima(dá uma olhada na resenha que o Denem fez no We Are Disabled). Lançado pela Merge, que raramente erra.