Revival… revival vende. Estes dias eu peguei a edição de luxo do Superfuzz Bigmuff e me deu saudade da versão original(com o selinho da Studio Tam), porque aquilo já era suficiente, eu não preciso ficar escutando uma versão ao vivo de Touch Me I Am Sick em Praga em 1988 para saber que o Mudhoney era fodão. Quando saiu o Velvet & Nico edição especial com o mix em mono, eu achei que aquilo era a coisa mais incrível do mundo, mas sinceramente? Besteira… o encarte destas reedições geralmente valem muito mais do que o tal CD extra. E isso pode ser aplicado para basicamente qualquer reedição. Acho que a regra escapa para um lance tipo o Bee Thousand(Director Cut) que é um outro projeto, os caras recriaram o disco, os edits de K7 e coisas do tipo, ficou difernete, não apenas uma remasterização(o que é remasterizar um disco que será comprimido em mp3? BESTEIRA). Uma coisa é (re)lançar um disco que ficou anos fora de catálogo(a lá Liquid Liquid) outra é ficar ganhando grana em cima de que tem trinta e poucos anos e lembra quando escutou tal disco agressivando a namorada pela primeira vez. Aliás, porque ninguém fala no disco do Liquid Liquid?